Oh faxabôr, posso…?

10 04 2008

Há mais ou menos o mesmo número de palavras na lingua portuguesa, assim como ácaros num colchão na cela de um presidiário com uma pena de 20anos. Não chega para as pessoas se conseguirem expressar bem? Não serve para as pessoas conseguirem perceber que por exemplo, cópia não significa falsificação? Hein?? Hummm?? Ninguém diz nada, não é?

A verdade é que as pessoas não sabem o que querem. Vejam só, chega alguém a uma loja de cópias com uma pendrive e diz: “Boa tarde, eu queria umas cópias de alguns ficheiros desta pen, pode ser?”  Perante este cenário, quem está do lado de dentro só pode responder: “Com certeza, e quer que copie para onde? CD? Outra pen? Para o disco?” Mas isto não é nada: “Boa noite, poderia tirar uma cópia deste documento, mas em vez das letras estarem a preto pode pôr a azul?” Claro, até posso fazer um desenho de umas flores no cabeçalho para dar um ar mais rústico… sinceramente. E quando se pensa que isto é suficiente, ainda deparamos com o seguinte: “Bôa dia, quiria uma fotocopi do passaporti, más si pudér mudar data para més qui vé…”CHEGA!!!  Se realmente fosse uma casa de coisas ilícitas, não estaría num centro comercial, mas sim na sub-cave de um prédio recôndito numa qualquer rua pacata da Zona J. E outra coisa, se por cada pedido efectuado nós tivermos que dar uma coisa totalmente diferente para que a pessoa que está a pedir receba realmente aquilo que pede, imaginem só onde é que isto pode chegar… há até já empregados deste tipo de lojas a cair das cadeiras em desespero.

Nunca se esqueçam: “Fait Attention!!!”





Benvindos e Benvindas

25 03 2008

Benvindos e Benvindas (no caso de terem este nome), no caso de se chamarem de forma diferente, Welcome.

Pelo nome e descrição do blog, não vamos falar aqui de puericultura (nunca se sabe), mas aparentemente não será essa a intenção. Culinária talvez, mas daquelas açordas que certas e determinadas pessoas fazem dentro das suas cabeças, para pedir uma simples fotocópia. Dia sim dia sim (porque acreditem que há material para isso), verão aqui esplanados diversos tipos de exemplos do que vos acabei de dizer, como por exemplo:

“Por favor, queria duas cópias deste documento, uma da frente e outra do verso e depois novamente, ou seja são quatro cópias. Na verdade são duas as que eu quero mas o senhor tem de tirar quatro, duas numa folha e…. agora que penso são 4 cópias mas 2 folhas e se calhar são 3 cópias porque tirando uma às 2 primeiras não precisa de tirar novamente duas…..”PUMMMM! Os acidentes acontecem e ninguem está livre. O pobre senhor acabou de cair inanimado no chão, e ainda é possível observar a marca do agrafador que caiu sobre ele a quando da queda.
A vida é um constante risco e nem sempre abusar dela é o melhor caminho. É claro que isto não aconteceu, mas o mínimo que a pessoa que está a ouvir a explicação deste senhor pode desejar, é que o respeitável cavalheiro se entale na berguilha quando fôr à casa de banho, assim nunca mais se esquece que deve pedir duas cópias do B.I.

Até breve.